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[Concurso]ONSTW #3

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1  

savitaravatar
Administrador


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em Ter Set 12, 2017 3:26 am
Estamos de volta a mais uma rodada da ONSTW vamos iniciar nossa prox. Rodada.

Modelo:
Titulo:
Notas do autor:
ONS:

Tema: Cavaleiros

Recompensa:

3¤ Lugar
2 pts no ranking + 2.000 pokedollars.

2¤ Lugar
3 pts no Ranking + 4.000 pokedollars.

1¤ Lugar
5 pts no ranking + 7.000 pokedollars + Shiny Stone(pedra com poder de transformar pokémon em Shiny.)

Premiação diminuida.

Este tpc. Será fechado sábado as 23:59.


_________________
Trainer Card
Spoiler:

2  

Susanooavatar
Colaborador


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em Ter Set 12, 2017 7:40 pm
Titulo: Uma harpa, um escudo e uma espada.
Notas do Autor: posso ter fugido do tema principal, então me corrijam adequadamente.
ONSTW:
Em um reino que poucos conheciam o nome, em uma época muito distante da atual, havia um ferreiro com habilidades que desafiava os deuses daquela região, ficou famoso por criar armas em uma velocidade incrível sem danificar os instrumentos ou estragar qualquer que fosse a arma criada.

Certo dia foi desafiado a criar um instrumento musical em sua forja, pois duvidavam que um ferreiro com tamanha habilidade em fabricar espadas com martelo, fosse habilidoso suficiente para criar uma harpa delicada com um som tão melodioso.

- Traga-me o Elmo do melhor guerreiro do rei que eu farei dele a melhor Harpa que já vistes!

Assim foi feito, o elmo já estava à disposição do ferreiro que logo se retirou para sua forja, passando lá um dia inteiro. No início do segundo dia, o elmo havia se transformado na harpa mais perfeita que um humano possa ter criado.

Com tal feito, outros reis mandaram seus espiões para saber sobre esse ferreiro, mas o ferreiro era tímido e modesto, tinha muito orgulho de seu reino e servia somente ao seu Rei.

Sendo assim, outros reinos começaram a mandar propostas ao rei que pediam demonstrações das habilidades do ferreiro, querendo acabar com tantas perguntas e ameaças, o rei pede que faça o melhor escudo do mundo sem usar qualquer ferramenta padrão.

- Como o senhor desejar! De três canecas, uma porta e duas rodas da carroça de legumes da feira, farei o melhor escudo que algum homem já segurou, dê-me dois dias e ele estará pronto.

O ferreiro juntou todos os itens que prometera ao rei e começou a fabricar o escudo que foi pedido. Ao termino do segundo dia, o rei e sua guarda estavam lá para recolher o escudo encomendado.

- Teste o escudo meu rei, garanto que meus serviços não vós desapontáreis.

Dois dos mais fortes guardas reais foram chamados para testar o escudo que possuía uma aparência bem simples. Com um golpe potente de cada um dos guardas chamados, o escudo quebrou as espadas sem ao menos sofrer um arranhão.

O rei logo não teve mais dúvidas que aquele era o melhor escudo que ele já viu em toda a sua vida. Contente pelo fato do ferreiro ter comprido com sua promessa o rei pergunta ao ferreiro.

- Como pode haver tanta habilidade em um homem que não possuía grandes feitos? Diga-me qual o seu desejo?

- Não possuo grandes feitos ao publico que me olha, nunca quis chamar atenção indevida através de meu trabalho, então te peço meu rei, deixe que eu vire um de seus cavaleiros, fabricarei a melhor espada para ti, feita dos mais ricos e preciosos materiais que se possa imaginar caso meu pedido seja aceito, vossa majestade.

Encantado com a simplicidade do pedido, o rei torna o ferreiro um de seus cavaleiros e fornece os melhores materiais de forjaria para que possa ser confeccionada a melhor espada dentre todas.

Honrado por ser aceito pelo rei em sua tropa, o ferreiro entrega uma das melhores espadas do mundo ao seu rei, feita dos melhores materiais e na melhor forja do reino.

Logo após tais feitos, o reino do antigo ferreiro, entrou em guerra com outros reinos que se sentiam ameaçados por descobrirem das criações que estavam em posse do rei.

Porém o reino não durou muito, as investidas dos diversos inimigos foram mais fortes e destruíram tudo que havia sobrado do pequeno reino.

Tempos depois, arqueólogos que estudavam sobre a história daquela região encontraram os vestígios do reino e mais três itens praticamente intactos, uma harpa, um escudo e uma espada, que um dia foi de um ferreiro que virou um cavaleiro.


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3  


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em Sab Set 16, 2017 11:58 pm
Título: (...) Requiescant in pace
Notas do autor:
ONS:
Spoiler:
  O piso frio não mais lhe parecia frio; estava ainda morno, na temperatura ambiente. Claro que só ao que sentia; não de fato assim estava, como notai. Assim como estivésseis, tal como permitíeis. Não haveis só com isto? Pelo que já jazido nesse relento à mercê do apodrecimento e lacônico. De suaves receios, de um piso que não se mais pesa, porquanto não se real; conquanto, ainda dele em pode, sem de total intangibilidade ser, ainda da noção de invisibilidade poder ser considerada; só a não, do que então.
  Mas ria ainda na poça volúvel.
  Não um atino; desatina. Os ponteiros já não só assinalavam badalos; a própria dimensão se dobrava a si, levando-a consigo os passos. Uma espécie interferente se dobrava, então se condensava; não desabrochava uma nova, mas também não queria dizer que houvesse de outras formações — era-lha, pois que viesse dela; não de só jogado se veria, ainda doutros a um, no pouco ao qual se tinha nos restos dos aposentos. Não que fosse, de fato; a cada brandir de sua lâmina os sons tilintes das faíscas riscavam, os trotes ao chão levando para poeira levantada, ferro contra bronze e bronze contra ferro, não só se restava de trabalho, não de proteção em couro trabalhado e limalha retorcida; não de cristais decoros, um trabalho de digno casquilhório exuberante, a cada cortejo ao som calmo dos rios, ou dos raios vislumbrados ao parar na sonoite ou na alva. Não, pois não; não se já devesse ao relento, aos passos sem fôlego ao chão, descansando a face machucada em esfolos em pedra refrígida.
  Não a de merecimento, a de tudo, por de bainha; uma chamada! Viesse; quase não mais que do impulso, os pulsares de um remendo e de uma acusa a cada um, contudo a não ser em graus, que de hierarquia posta já se bem olhava, nota-se nas empunhaduras.  
   Só que disso se dava? Bem do que fosse, de gente de honra e justiça indubitável, mais e mais aos outros ouvindo, quais?
  Estavam sós, já se cria; e, em chãos, mesmo em terra ou pedras, que a um silêncio em ofício e a um não, para então comtemplar a poeira; claro das implicâncias, com os tilintes de um festival aos poucos, em faíscas e bravios mares, deleitar-se — só de já, aqui!
  Era-lhos, ora: um fascínio no trombo e investidas. Uns já em oito, outros de só como quatro, poucos com de três, uns arriscados com deste superior, e não aos suportes; parecia-lhe, ainda, de encantos.
  Merecia-lhos? Não que só, cada só, a tal vertente não se está pretendida, ou pelo menos marcada; se bem assim fosse, já de quais apresentares não se passaria? Ainda a cada trote; ainda a cada ar de suspiros, ainda ao jogo das lâminas e dos improvisos. E, oh! que sim: de proteção e juntura, não?
  Não se prestava a cavalos, túnicas e os escudos atrás, sob os cuidados dos iniciantes; não se só a quem se gabar, por de contra! As maravilhas de tal improviso: as intempéries em cada centímetro descosturado, cada trombo no láudano carregado; que se condecora a cada um a cada Reino e Governo, e a cada poucos em ententes de verdadeiro prestígio. Entretanto... como a cada um que se posta... e como a de cada ser que se mete... e a cada inversão perniciosa... porquanto ares de alegria uns se davam? Não de indubitáveis seriam? Não de ferro e sangue lá teriam? E de que e para aqui, em só encosto recoberto ao rosto manchado e bifurcado, rasgos e mais a mais aos doutros? Não só se parecia, como também como se dava; as causas não já se alimentam tanto, assim como cada um se está prostrado. Conspira, respira?
  Muito moderno; pede-se que já bem antes, embora longe ainda do auge, além de não tanto no pretérito, das quais não a um ou dois, e sim quase-unido. Fiquemos... especulação? Deixemos, já de “retrocausal”. Ah, há de prestar, a quem; não que muito disso não só possa depois, seja, no caso de uns, em grupos forem; só que para andar hão de?
  Cada galope não a mais perto se chega — mais fundo por poço estado é percorrido, e mais e mais enredado está-se para ou em idas, se não ao fugir fosse assim às vezes exequível; —  a de se de uns de cá ou de lá, com a de quais todos rendidos, aos poucos, gravidade?  
  Há de se ouvir, bem ouves, que se gruda: não a só por mestiço, ou a quem fosse dado a cada treino, ou a cada missão aparecida aos desconformes de uma rotina. Estavam já para lá, e bem mais do que de os outros aquele da cova já cavada; era-lhe rendido pois já, com os anseios em sua alabarda, ainda de ponta e forja desmoronada, um meio ainda propício na época. Mas, bem se veja, que da necessidade: não na exatidão de grande e indo-se em crescenças, para daquilo em meio a que, enquanto servo, era esperado, e, enquanto quem se prostrava em batalhas, efeito de cavaleiro, o qual, em desejos, justamente a isso se esperava, logo em armas e circunvoluções.
   Espera-se, entretanto; não como sozinho a ordens do que se dava, e em fortificações na ruína visível, ainda em cercos de um futuro incerto, para a sendo respectivas; na “sorte” do improviso e aleatoriedade vivente, das épocas já torradas, sob cujos solos não bem cresciam, os grânulos em esfacelamento e aglomerado irrecíproco, não se devidos mantimentos ou fardas, no d’agora, a se ser; não se enquanto lustre e festas sem descuido, com os entraves, nas nuances, que se continuava a cada salvação, ainda do campo lá, ao longe quase sem horizonte, ou daqui, enquanto, ao menos resistindo por alguma investida bem-sucedida, dos gostos das ressalvas ainda, por mais corpo apioide que ainda se, em já desvanecendo, restava; podia-se bem cá ou lá, ainda das custas de seu código válido?
  Não se queria das respostas, como a muitos da época. Não bem de hoje a cá a de lá, entretanto, para a lá a cá, que se há intenso só não já dessas flamas, pois não de tais considerações deve-se os intuitos, como bem acima destacado. Ainda disso, por de lá, em cortejo, por daqueles que, juntos, estando por  cavalos amuados e barrigas abastecidas, qual meio? Era-lhe pela negação; era-lhe dado a tal, da forma de lha ser ou está-la. Bem de que não por exatamente nos concordares, com as investidas de sopros e filamentos finos e grossos manchando o batido do chão, junto dos remédios e fatores de gracejos nas vistas, já das distrações vividas. Não só de exato, bem das venturas! Como fora de a uma para uma, nos frescuras entre crânios e pontadas de flechas e espadas, dardos e alabarda, ferro e ferro e bronze, contra quem, ao longe, por motivos chamara, e de uma discórdia ao vinho em fermentos e papoula se saindo, por mais dos levedos mais bem fossem, e de muito mais por doutros termos mais bem se poderia — um acaso, porém, dos deveres, já de que as formas abruptas, em idades, lançar-se-iam em desgosto, não dos sentidos, que não é, desta parte, o escopo imediato, e sim dos termos, os quais não se pregam por verdade, porquanto a maledicência se percebe em mistos, porém não a mais do flux desse pressuposto; como queiras, entretanto, ainda dos machados e das guardas, não lacônico, já de algum em esbaforidas e ácido remexido nos bolos, dava-se em convenções; não a de guerra ou qualquer um de quaisquer quereres, mas de sim por pestes e anseios, por mais de esdrúxulos ou imprescindíveis.
  As correntes se mostrariam, portanto? Quisesse um  parecer por de ser, já se fosse, ainda dos primeiros, no que, ainda na comemoração, já tragado ao silêncio aterrador e constantemente penetrante, ainda nos olhos pasmos e já se cortando, na relva com o orvalho esparramando-se, os filetes corporais rutilando em rubras cores, os cantos ao longe e perto do festim, enquanto, mais perto, em outros sons de trotes cavalgando, como a um socorro tardio, que, nas ambulâncias de certa atualidade, chegam sem chegar, na corroboração insuspeita. Mas, novamente, não é de foco; só se fica, certo receio de agora.  
 
  Já a cada rigor, a cada parte esfriada, e a cada de uns que se perdidos: em a de cada e com cada, sem a antes em se, em seres, por a de objetivos procurados, que a estes, aos observados, em bem não mais vindo, por a justa que, em missões, não a de sendo que dever, embora, enquanto a se justo, que o fosse na face.
  Muito se resta? Os pescoços postos em uns, e de outros que, nas tentativas que eram, bem vistos, por começo, com de implicância não só por do que, em cavaleiro sendo, dos direitos que dava; mas ainda não só se restava, conquanto, em uma estrada de veredas ou senda, o pressuposto maior ainda fosse válido, na exceção de que, em tempos, mais deste aos sentires de um todo, por de mais que, em pequeno, assim fosse, ou mais, em especificidade, do que a época fora; mas já se muito, que do foco não se é — é-se, sim, de cavaleiros, quais ou não forem, em seus meios e virtudes...
 

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